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Os principais custos que diminuem os lucros do seu agronegócio

PUBLICADO EM: 22/maio/2018

custos que diminuem os lucros do seu agronegócio

O agronegócio brasileiro é um setor com alta competitividade, onde cada melhoria é essencial para o sucesso e desenvolvimento de longo prazo da atividade. Com base nesse cenário, é extremamente necessário que haja controle sob aspectos internos ao agronegócio, que geralmente se resultam em custos. Mesmo assim, existem diversos custos que recorrentemente não são vistos, mas que impactam diretamente no resultado econômico da atividade agropecuária como um todo.

Para que você tenha mais clareza sobre o assunto, separamos seis custos que sondam agronegócios e conseguem diminuir suas margens, com o intuito de ajudar você a saber como lidar melhor com eles para que o seu agronegócio não seja prejudicado. Confira:

Custo 1 – A depreciação

Este primeiro custo que elencamos é bastante destacado por especialistas em gestão agropecuária, mas é deixado de lado com certa frequência por algumas razões. Independentemente da forma de cálculo, a depreciação é considerada um custo fixo da produção, quando associada a operações, e precisa ser apurada em todos os ciclos produtivos.

Resumidamente, estamos falando de um custo que tem ligação com a geração futura de benefício econômico de um investimento de ativos imobilizados, como instalações, rebanho reprodutor, máquinas, etc., em relação ao período produtivo em questão. Ou seja, trata-se do custo de um ativo imobilizado de acordo com o uso do mesmo na produção pecuária e agrícola. Por ser definido como um custo não caixa, é muitas vezes ignorado e deixado de lado, o que acaba diminuindo margens da atividade econômica.

Custo 2 – Os juros de fornecedores

A grande maioria dos financiamentos que são feitos dentro do setor do agronegócio provém dos próprios agentes que existem dentro da cadeia, e um exemplo claro disso são os fornecedores que adiantam insumos com base no pagamento a prazo. Contudo, vale a pena lembrar que essas transações envolvem a cobrança de juros no preço de operações e produtos, embutidos ou não.

Mesmo que não vejamos explicitamente esse custo, esses juros conseguem impactar diretamente o lucro do agronegócio. Por isso, levar em consideração pagamentos à vista ou a prazo pode reduzir os juros que são pagos aos fornecedores e acrescentar margens, tudo com o intuito de diminuir custos relacionados a juros e aumentar a margem líquida do agronegócio em questão.

Custo 3 – Os juros de compradores

Diversos produtores rurais optam por vender sua produção a prazo. Tal atitude proporciona possíveis riscos de crédito ligados à inadimplência dos pagamentos, além do custo implícito que esse tipo de operação traz ao agronegócio. Ao disponibilizar prazos para que os compradores efetuem o pagamento dos produtos acabados, o produtor rural está, querendo ou não, financiando seus compradores e, por isso, tem parte do preço que estipulou para o seu produto relacionado a juros desse capital.

Indo um pouco mais além, esses “juros” afetam todo o faturamento do agronegócio, pois estão relacionados com a venda de produtos já acabados. Então, lembre-se: se você der um mês de prazo para o seu comprador, você também está, por exemplo, influenciando o custo do seu agronegócio em 1% sobre o faturamento dele. Se as margens da sua atividade forem apertadas, o montante pode causar um impacto bem expressivo no lucro obtido ao final da operação.

Custo 4 – A capacidade

Alguns ativos imobilizados, como máquinas, por exemplo, são adquiridos com o intuito de gerar valor à produção pecuária e agrícola diretamente relacionado com a sua capacidade de trabalho. Porém, ao serem subutilizados, simbolizam um ônus ao agronegócio, pois encarecem o custo da hora trabalhada desse ativo e, consequentemente, o custo do produto acabado.
Por se tratar de um custo não caixa, ele deve ser levado em consideração, pois pode diminuir significativamente as margens do agronegócio.

Custo 5 – O carregamento de estoque

O estoque por si só simboliza o carregamento de um capital parado de um período para outro, representando um custo direto associado a ele. Se o estoque ficar parado, o valor financeiro do produto também está parado, sendo que a realidade poderia ser outra caso o mesmo estivesse aplicado em outra atividade e rendendo juros ao produtor rural. O objetivo, no entanto, é ser ponderado nos benefícios e custos associados ao armazenamento de produtos, para estabelecer o quanto o carregamento de estoques influencia no resultado final da atividade agropecuária.

Custo 6 – A ociosidade

A mão de obra tem um custo associado à sua subutilização, assim como as máquinas e instalações, e chamamos isso de custo de ociosidade. Ao serem contratados, os colaboradores precisam que sua jornada de trabalho seja otimizada, fazendo com que as horas ociosas de trabalho sejam reduzidas e, consequentemente, o custo relacionado a elas.

O que podemos aprender com tudo isso?

Com o nosso artigo de hoje você conseguiu identificar alguns custos que muitos gestores não veem e até mesmo ignoram, mas que possuem impacto direto nos resultados financeiros da atividade agropecuária. Por isso, esteja sempre em alerta e de olho neles para que o desenvolvimento do seu agronegócio não seja prejudicado.

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